O que é minimalismo? (E o que será melhor para você do que ele)

O que é minimalismo? (E o que será melhor para você do que ele)

O que é minimalismo? (E o que será melhor para você do que ele)

Pratique o desapego. Viva com menos. Deixe apenas o que lhe faz feliz. Depois de muito anos de incentivo ao consumo, a regra agora é o “menos é mais”. Mais do que uma tendência, o minimalismo tem se tornado um estilo de vida. E cada vez mais as pessoas estão em busca do mínimo necessário para viver.

Mas apesar de ser uma tendência recente, o termo não é novo. A palavra minimalismo surgiu ainda no século 20, a partir dos movimentos artísticos que seguiam como preceito o uso de poucos elementos visuais. Aos poucos, essa ideia migrou para o campo social e é aplicada até hoje.

Os motivos para seguir o minimalismo são muitos. Há quem defenda que ter menos coisas lhe dá mais liberdade. Há os que pensam no meio ambiente. E também quem busque apenas uma vida mais simples. A verdade é que o minimalismo é uma realidade que vem ganhando cada vez mais espaço na nossa sociedade de consumo.

Isso porque o minimalismo tem muitos benefícios. Quer alguns exemplos? O primeiro deles está relacionado à produtividade. Quando você tem menos coisas para administrar, ganha mais energia e tempo para fazer outras coisas, como produzir ou criar algo, ao invés de simplesmente manter o que tem.

Ser minimalista também é uma forma de praticar o consumo consciente. Ou seja, a partir do momento que você adota essa rotina, passa a ter maior critério na hora de comprar ou buscar algo novo. Aliás, uma das vantagens é que você fica mais resiliente àquelas compras emocionais. Aquelas que faz por impulso, sabe? E que normalmente acontecem para suprir um vazio existencial e emocional.

Em resumo, praticar o minimalismo resulta em uma vida mais leve. Você passa a sentir que não precisa de muito, que está suprido, mais produtivo, usando melhor seu tempo, sua energia e seu dinheiro.

E com tantas coisas positivas, você certamente deve estar se perguntando, qual então é o problema do minimalismo? O problema mora na busca pela redução extrema. Quando você começa a reduzir todas as suas coisas ao mínimo para viver começa a ter consciência de uma coisa mais importante do que o minimalismo: o nosso mínimo não é, necessariamente, o essencial.

Mas como assim? Existem muitas coisas, objetos, lembranças que não estão naquele pacote do “mínimo necessário para viver”. Você não precisa de fato delas, mas elas são importantes de alguma forma. São coisas que estão ligadas aos seus valores, que lhe nutrem e que te energizam de alguma forma.

Vamos aos exemplos: plantas. Você pode ter muitas plantas em casa, mas elas não são fundamentais para a sua vida. Você pode viver sem elas em casa. Mas você gosta muito de ter plantas e de cuidar delas. Fazer isso lhe nutre, energiza. Isso significa que as plantas são essenciais para você.

Busque o essencial e não o mínimo

A partir do momento que você passa a se perguntar o que é essencial para você e deixa de buscar o mínimo para buscar o essencial, quer dizer que você está indo atrás daquilo que lhe nutre, daquilo que está alinhado aos seus valores. É o tipo de coisa que não consegue abrir mão, que é realmente importante para você. E a gente sabe que quando você vive a sua vida alinhada aos seus valores, você se energiza.

A gente acredita, sim, e muito em uma busca disciplinada por menos. Menos coisas para cuidar, menos relações que não servem, menos hábitos nocivos. Essa busca realmente nos coloca num estado de vida mais leve, mais produtivo, com mais consciência. Mas é importante que essa redução não seja do mínimo para o mínimo, mas uma redução do que é essencial para cada um.

E aqui vale sempre ressaltar que o essencial é diferente para cada pessoa e só você pode identificar o que é importante para você. Não existe regra. Tudo deve ser baseado no que você valoriza e na sua própria experiência de autoconhecimento e experimentação. Quando você une a busca pela redução do consumo com essa ideia do essencial na mente, vai estar mais perto de encontrar um estilo de vida sem excessos.

Por isso, para encerrar, se você busca uma vida mais leve, mais produtiva, com mais tempo livre, busque entender aquilo que é essencial para você e comece a se desfazer do que não é essencial. O próprio processo em si já é muito rico e muito profundo no autoconhecimento e na sua evolução pessoal. E aqui vale ir além do material: analise também os relacionamentos, os pensamentos que você tem, os hábitos que cultiva e coloque de lado tudo aquilo que não é essencial.

[Crédito da Foto: Bench Accounting]



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